Estudo revela que as proibições relativas ao fumo diminuem os ataques cardÃacos
Os adventistas dizem que um recente estudo sugere que as proibições quanto ao fumo em lugares públicos reduz significativamente os Ãndices de ataques cardÃacos, confirmando sua histórica postura de combate ao fumo.Novas pesquisas reivindicando que as proibições de fumar em lugares públicos reduz os ataques cardÃacos em um terço oferece prova convincente adicional dos perigos há muito associados ao fumo, dizem especialistas em saúde da Igreja Adventista do Sétimo Dia.
Publicado em "Circulation" -- um semanário da Associação CardÃaca Americana, periódico voltado à medicina cardiovascular, a Universidade da Califórnia, Campus de San Francisco, o estudo reforça evidência que já liga o fumar em segunda mão a ataques cardÃacos, declarou um relatório da agencia Reuters, na semana passada.
Reunindo dados de 13 estudos de proibição do fumar em comunidades pelos Estados Unidos, Canadá e Europa, pesquisadores descobriram que os ataques cardÃacos caÃram em 36 por cento três anos após as proibições serem introduzidas, revela o relatório.
"Já em 1866, a Igreja Adventista nos seus inÃcios ligava o fumar a saúde prejudicada, e éramos muito insistentes quanto a algo que não era aceito pela comunidade médica regular até os anos 50 e 60", disse o Dr. Peter Landless, um cardiologista e diretor-associado do departamento de Ministérios de Saúde da denominação a nÃvel mundial.
Em anos recentes, o governo e associações médicas muitas vezes se tornaram as vozes mais fortes contra o fumo, disse Landless. No inicio deste ano, os Estados Unidos aprovaram uma lei concedendo autoridade sem precedentes à Administração Sobre Drogas e Alimentos para restringir a manufatura e comercialização do fumo.
Conquanto o amplo apoio para o controle do fumo seja vital, a Igreja não pode dar-se ao luxo de afrouxar seus esforços de conscientização, disse Landless.
Dewitt Williams, diretor dos Ministérios de Saúde para a América do Norte, concorda. "Estamos gratos em ver por este estudo como o que temos estado dizendo por décadas é respaldado quanto ao fumar -- mesmo de segunda mão -- conduz a problemas de saúde", disse ele. "E sempre estamos prontos para contribuir em qualquer medida para reduzir o uso do fumo".
Os esforços conduzidos pela Igreja são intrÃnsecos na luta contra o fumar, declarou Landless, e novas descobertas, como a ligação entre o fumar de segunda mão e os ataques de coração, deviam desafiar a Igreja a reivindicar a linha de frente.
"O governo e associações medicas não podem executar isso sozinhos", ele disse. "Precisam colaborar com toda agencia e organização possÃvel para fazer frente a essa enorme questão, e a Igreja pode desempenhar um tremendo papel em conscientização, educação e advertência".
Localizar esse esforço muitas vezes resulta nos maiores benefÃcios, comentou Landless. "Toda igreja devia ser um centro de saúde comunitário, atuando na conscientização dos males do fumo".
Os esforços da Igreja podem causar impacto especial em paÃses em desenvolvimento, onde o fumar é muitas vezes mais difundido, ele declara. "Temos uma oportunidade de ser parte da maré montante de influencia que se ergue da conscientização a comunidades nesses lugares", completa Landless.
Publicado em "Circulation" -- um semanário da Associação CardÃaca Americana, periódico voltado à medicina cardiovascular, a Universidade da Califórnia, Campus de San Francisco, o estudo reforça evidência que já liga o fumar em segunda mão a ataques cardÃacos, declarou um relatório da agencia Reuters, na semana passada.
Reunindo dados de 13 estudos de proibição do fumar em comunidades pelos Estados Unidos, Canadá e Europa, pesquisadores descobriram que os ataques cardÃacos caÃram em 36 por cento três anos após as proibições serem introduzidas, revela o relatório.
"Já em 1866, a Igreja Adventista nos seus inÃcios ligava o fumar a saúde prejudicada, e éramos muito insistentes quanto a algo que não era aceito pela comunidade médica regular até os anos 50 e 60", disse o Dr. Peter Landless, um cardiologista e diretor-associado do departamento de Ministérios de Saúde da denominação a nÃvel mundial.
Em anos recentes, o governo e associações médicas muitas vezes se tornaram as vozes mais fortes contra o fumo, disse Landless. No inicio deste ano, os Estados Unidos aprovaram uma lei concedendo autoridade sem precedentes à Administração Sobre Drogas e Alimentos para restringir a manufatura e comercialização do fumo.
Conquanto o amplo apoio para o controle do fumo seja vital, a Igreja não pode dar-se ao luxo de afrouxar seus esforços de conscientização, disse Landless.
Dewitt Williams, diretor dos Ministérios de Saúde para a América do Norte, concorda. "Estamos gratos em ver por este estudo como o que temos estado dizendo por décadas é respaldado quanto ao fumar -- mesmo de segunda mão -- conduz a problemas de saúde", disse ele. "E sempre estamos prontos para contribuir em qualquer medida para reduzir o uso do fumo".
Os esforços conduzidos pela Igreja são intrÃnsecos na luta contra o fumar, declarou Landless, e novas descobertas, como a ligação entre o fumar de segunda mão e os ataques de coração, deviam desafiar a Igreja a reivindicar a linha de frente.
"O governo e associações medicas não podem executar isso sozinhos", ele disse. "Precisam colaborar com toda agencia e organização possÃvel para fazer frente a essa enorme questão, e a Igreja pode desempenhar um tremendo papel em conscientização, educação e advertência".
Localizar esse esforço muitas vezes resulta nos maiores benefÃcios, comentou Landless. "Toda igreja devia ser um centro de saúde comunitário, atuando na conscientização dos males do fumo".
Os esforços da Igreja podem causar impacto especial em paÃses em desenvolvimento, onde o fumar é muitas vezes mais difundido, ele declara. "Temos uma oportunidade de ser parte da maré montante de influencia que se ergue da conscientização a comunidades nesses lugares", completa Landless.
Fonte: Rede de NotÃcias Adventistas

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